// QUEM FEZ CONTA

 

" O Travessia foi uma vivência , um acontecimento que me atravessou por dentro. A metodologia me permitiu revisitar toda a minha história, e me descobri, pela primeira vez, revisitando cada etapa de vida, entendendo a minha própria construção até aqui. Podendo criar novas "fórmulas" de materializar meus sonhos e colocar o meu propósito no mundo. As descobertas foram reveladoras, sombras e luz no caminho, dores de aprendizado e quebra de padrões. O aspecto sutil foi muito bonito, porque constituímos um grupo que se apoiou em cada momento, se ajudou no sonho de uma transição que é possível, numa perspectiva de conexões, cooperação e cuidado. O Travessia foi um lugar de encontro de almas, de pessoas sensíveis e corajosas, mesmo diante da crise planetária que tanto nos mobiliza e nos fragiliza. Construímos possibilidades. Guardei um gostinho saboroso de força, amorosidade, poesia e beleza, desse nosso bonito processo. Sou muito grata a esta experiência." Dalvaci Porto, 54 anos. 

 

“Eu acredito em coincidências, e não é por acaso, o Programa Travessia cruzou o meu caminho em um Domingo de 2015 (o programa começava na 2-feira seguinte e creio que consegui a última vaga disponível). Embarquei em uma jornada buscando validar e aprofundar meu entendimento sobre o que seria realizar um Trabalho com Significado. Já havia participado de programas de coach individualizado, mas achei que ainda me faltavam vivências neste processo evolutivo em busca de novas realizações. O Programa Travessia representou um salto quântico nesta direção. A Lella desenvolveu uma metodologia abrangente e consistente que congrega razão e emoção em uma jornada que, também não por acaso, reuniu um grupo de pessoas do bem, todos em busca de um novo significado para suas trajetórias profissionais. Minha Travessia continua em curso; acho que nunca acaba, mas minhas crenças e o meu processo de autoconhecimento ganharam um grau de nitidez muito maior.” Mauricio Oliveira, 40 anos

 

"Já há algum tempo (diria mesmo há alguns anos) eu vinha tendo a sensação de que meu trabalho não me completava, de que tinha algo errado com aquele modelo, que ele era obsoleto e que não refletia as coisas para as quais eu tinha vontade de contribuir. Na época, trabalhava em uma empresa de varejo, como chefe de projeto, e mesmo me dedicando muito ao meu trabalho e sendo reconhecida pelo que fazia, sentia que eu podia contribuir mais, de uma outra forma, mas não sabia como. Pensei em mudar de setor: então, comecei a procurar empresas mais ligadas a área de sustentabilidade, mais alinhada com meus valores, mas a falta de experiência (e de paciência) não ajudaram! Acabei voltando para o "círculo tradicional" de trabalho: consegui emprego em uma multinacional, com aquela animação de "agora vai ser diferente!", mas os questionamentos voltaram com ainda mais força. Até que no final de 2015, estava passando por uma fase pessoal e profissional muito difícil e comecei pouco a pouco a ler textos de pessoas que me inspiravam. E aí, uma pessoa vai puxando a outra... até que encontrei a Lella! Sem saber exatamente se o programa ia me ajudar, visto a fase pela qual estava passando, pensei: "bom, no mínimo vou conhecer pessoas novas e aprender algo interessante"... Fui ingênua: foi a melhor coisa que eu poderia ter feito! O programa realmente foi um divisor de águas pra mim: abriu muitas portas para eu me conhecer melhor e a partir daí entender o que posso oferecer para construir o mundo em que acredito. Foi realmente FANTÁSTICO! Durante o programa descobri minhas paixões e minha missão e isso me deu coragem para sair do meu emprego e me dedicar integralmente a um novo projeto que nasceu no Travessia. Sou muito grata a Lella e aos muitos amigos que fiz no programa que foram essenciais durante todo o processo e ainda são!" Cibele Souza, 30 anos

 

"É difícil colocar em palavras certas coisas que sentimos, principalmente as que envolvem uma energia superior. E alí com ela, com aquele grupo, eu senti essa energia superior.

Ter participado da Travessia me deu muito mais consciência sobre mim mesma, sobre minhas habilidades, preferências e também sobre o lado que a gente prefere esconder. E foi delicioso fazer tudo isso com a metodologia da Lella e com o grupo incrível que, ao meu ver, não se encontrou alí à toa. Realmente criamos uma conexão e começamos a trabalhar em conjunto para todos poderem fazer sua Travessia individual, mas seguir o caminho de evolução como um grupo, um conjunto.

Por isso é muito legal fazer o processo em grupo. Trocar e se fortalecer com as pessoas ao redor é indispensável. Para mim, assim foi e continua sendo. Me inspiro com todos que conheci neste grupo. 

Além disso, eu sinto que minha Travessia vai muito além que um simples plano de carreira. Senti como um despertar de mim mesma para a minha missão de vida, que eu já até tinha quase deixado de acreditar que existia. Talvez você que esteja lendo também não acredite tanto, mas se tem alguma dúvida, então vale a pena tentar descobrir qual é sua real missão e seguir no caminho dela.

Com a Travessia eu pude me interpretar melhor, descobrir essa missão e me encorajar a descobrir formatos em que eu pudesse executar essa missão. E, além disso, o que torna esse curso incrível, pude entender o quanto o propósito em um trabalho tem a ver com o legado que ele deixa no mundo. Descobri que tenho muito a oferecer ao mundo e que existem várias formas de fazê-lo. Essa é a grande magia do Travessia." - Maitê Ferreira, 26 anos

 

"Tenho apenas coisas boas para dizer: Fiquei simplesmente apaixonada pela Lella, pelo grupo, pelas conversas, conexões, cafés e risadas. Foi muito lindo e intenso. Poderíamos fazer mais onze encontros,  que ainda assim ,  continuaríamos a descobrir mais coisas sobre nós mesmos. Com uma linguagem simples, dinamica, pratica e muito bem estruturada a Lella, utilizou ferramentas que me ajudaram a encontrar quais são minhas paixões, talentos e valores.  E Junto com a bussola interna , descobri mil coisas sobre mim, autoconhecimento, questionamentos e fichas que caíram ( e continuam caindo) a todo o instante.  Aqui vai um pouquinho da minha experiência:

Procurei a Lella, pois não sabia o que eu queria da minha carreira. Comecei a me questionar e queria mudar, mas não sabia por onde começar, estava completamente perdida. Trabalhava a mais de quatro anos  como arquiteta  em uma grande empresa. Mesmo tendo  ótimo salário e uma carreira (pseudo) estável,  não era feliz, pois não usava a minha criatividade  e tinha  pouca autonomia, o que me deixava triste e insatisfeita, mas não poderia jogar tudo para o alto e começar do zero afinal tinha que me sustentar. Uma das minhas paixões é a fotografia, e descobri que posso utilizar a minha criatividade a partir do meu olhar, sem deixar a carreira de arquiteta de lado. A ideia é colocar o blog no ar (em breve),  a principio sobre fotografia de cenas cotidianas de Sao Paulo, junto com a Fox, a cachorrinha que adotei durante a Travessia, e quem me inspirou a cria-lo  e escreve-lo. Mas minha experiência foi além. Um dos meninos do grupo, o Silvio, me apresentou para um amigo arquiteto, o Thiago, que me fez uma  proposta ( e eu aceitei) para trabalhar em um ambiente mais dinâmico e internacionalizado, pois o escritório possui uma filial em Shanghai na China, para onde eu irei dentro de alguns meses… Yay! Em uma empresa pequena a atmosfera é completamente diferente da que eu estava acostumada, tenho mais liberdade e responsabilidades, mesmo o salário sendo mais baixo, estou feliz!

O que aprendi durante o programa Travessia:

  1. Eu tive que des-construir todas as minhas "verdades"sobre dinheiro, carreira, sucesso, talento, etc… Foi um tapa na cara, um choque de valores…
  2. Aprendi a controlar e  planejar menos e agir mais!
  3. Descobri que somos seres multi-facetados e não precisamos nos rotular, pois  podemos fazer coisas diferentes em diferentes momentos…
  4. A essência do trabalho é mais importante do que a maneira como se faz…
  5. Descobri que  é mais importante  "ser"do que "ter"… E que o trabalho  define o nosso estilo de vida, portanto, se não estamos satisfeitos com o nosso trabalho, provavelmente nossa vida não esta legal….Pois passamos a maior parte da nossa vida trabalhando…
  6. A vida é um ciclo..." - Juliana Yumi Kono, 32 anos